ll

sábado, maio 30, 2009

Quinta do Conde - Sesimbra
[ Restaurante da Quinta do Conde ]
     Apesar de ser a mais recente povoação portuguesa (e também a de maior crescimento populacional) a Quinta do Conde já tem uma História, única e extraordinária. Quem ler a edição do jornal O Sesimbrense acabada de publicar, talvez nem repare nas páginas de publicidade notarial (que tanto espaço roubam à informação...) mas a verdade é que ali se encontra reflectida uma parte do passado daquela parcela do território sesimbrense — para quem souber ler.
     Neste mesmo blog 'Sesimbra', em Dezembro, foi incluído um post sobre os primeiros anos da Quinta do Conde e as iniciativas urbanísticas de António Xavier de Lima [ver →]. Surpreendentemente, surge agora um blog 'Quinta do Conde' [ver →] com informações que ajudam a completar o puzzle das origens da mais jovem povoação portuguesa. Muito interessante a informação ali incluída sobre o Restaurante da Quinta do Conde, o "X Encontro da Imprensa Não Diária" de Novembro de 1970 e a manobra de envolvimento da imprensa local e regional. Curiosamente, como também salienta este blog num outro post, o jornal O Sesimbrense não alinhou nesta operação de propaganda, mantendo uma postura crítica das iniciativas de loteamento ilegal da Quinta do Conde

7 Comentários:

Às 30/5/09 , Anonymous Anónimo disse...

Até têm um rancho folclórico onde retratam as antigas danças e cantares tradicionais das gentes (pescadores) de Sesimbra .Devem ter perdido horas e horas na torre do Tombo na busca desse valioso espólio cultural que os indígenas da piscosa nunca souberam aproveitar.
É pá sóce ,o ca gente bailava da praia ,lembrem-se ?
E conde agente fazia aquela dança cumós pauliteiros de Miranda , mas com os archotes acessos , e a dança do peixe aranha ? Era um espectáculo !

 
Às 30/5/09 , Blogger mendogas disse...

Pena o comentário ter tanta ironia!
porque está bastante intressante!Tambem não vejo qual o problema de ser gente da Quinta do Conde a dançar danças tipicas de Sesimbra!
São gentes da nossa terra!
Com algum intresse pela nossa cultura.
Parabens e continuem.

 
Às 30/5/09 , Anonymous Anónimo disse...

Que eu me lembre, nunca vi nenhum grupo de danças tradicionais com raízes bem antigas de Sesimbra, nem nunca me constou que em tempos idos se dançasse folclore em Sesimbra.Portanto não sei onde o rancho da Quinta do Conde(que muito respeito)foi buscar as referidas danças. Quantos aos cantares regionais, apenas conheço as músicas dos Galés que são relativamente recentes. Mas, talvez o João nos possa melhor elucidar sobre o assunto, o que agradecia, porque admito alguma ignorância sobre o assunto.

JPA

 
Às 31/5/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Não conheço nenhuma tradição de danças folclóricas, ou populares, de Sesimbra. Há apenas um registo de uma canção das trabalhadoras das fábricas de conservas ("Já me vai custando / Subir a ladeira / Vai-me receando / Que o meu pai não queira") e há o canto de trabalho "Ribolé".

Um rancho folclórico poderá ter trajos tradicionais dos pescadores de Sesimbra, mas canções e danças folclóricas, creio qe não.

 
Às 31/5/09 , Anonymous Anónimo disse...

Então ninguém se lembra do vira de Sesimbra? "Levante-se ó Tio António , ai não se deixe ficar ,que a companha está a espera,já são horas de ir pró mar."

 
Às 1/6/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Isso não é música folclórica nem tradicional, creio eu. Data de meados do século XX, podemos designá-la como música popular.

 
Às 5/7/09 , Anonymous Bilis disse...

Esses gaiteiros da Quinta do Conde querem "aparecer" à custa de Sesimbra. A Piscosa não precisa que lhes inventem danças e cantares. Já os tivemos e continuamos a ter -à nossa maneira-.Porque é que não crescem e nos "deslargam "? Vocês não pertencem a este filme. Ou será que não conseguem ? A história são os livros, a convivência, o antigamente. E isso são os pexitos e os camponeses. Tá dito e escrito !Vocês não constam !Porque é que não procuram na Torre do Tombo, para ver se é verdade ?

 

Enviar um comentário

Subscrever Enviar comentários [Atom]

<< Página inicial

Aguarelas de Turner|  O amor pelas coisas belas |  Angola em Fotos  Aldrabas e fechaduras| Amigos da Dorna Meca| Amigos de Peniche| André Benjamim| Ao meu lado| Arrábida| (flora) Arrábida| (notícias) Arrastão| @tlanti§| Atlântico Azul| Atitude 180| Badamalos| Banda da SMS|  Barcos do Norte | B. dos Navios e do Mar| Blasfémias| Blue Moon I|  Boa Noite, Oh Mestre! | Canoa da Picada|  Carlos Sargedas |  Caminhos da Memória |  Catharsis |  Caxinas... de Lugar a freguesia  | Cetóbriga| Clube Leitura e Escrita| Coelho sem Toca| Cova Gala|  Crónicas de 1 jornalista | De Rerum Natura|  Desporto Saudável | Dias com Árvores| *** Dona Anita ***| Do Portugal Profundo| El mar és el camí| Espaço das Aguncheiras| Estórias de Alhos Vedros|  Estrada do Alicerce | Expresso da Linha|  Filosofia Extravagante | Finisterra| Flaming Nora| Grão de Areia| Gritos Mudos| Homes de Pedra en Barcos de Pau| Imagem e Palavra| Imagens com água| Imenso, para sempre, sem fim| O Insurgente| J. C. Nero| José Luis Espada Feio|  Jumento  Lagoa de Albufeira| Mar Adentro Ventosga| Magra Carta| Marítimo| Mil e uma coisas| Milhas Náuticas| Molino 42| My Littke Pink World| Nas Asas de um Anjo| Navegar é preciso|  Navios à Vista |  Nazaré | Neca| Nitinha| Noites 100 alcool| Nós-Sela| Nubosidade variabel| O Calhandro de Sesimbra|  Orçadela | Página dos Concursos| Pedras no Sapato|  Pedro Mendes | Pelo sonho é que vamos| Pescador| Pexito do Campo|  A Pipoca mais Doce | Ponto de encontro| Portugal dos Pequeninos|  Praia dos Moinhos |  Quartinete | Reflexus| Rui Cunha Photography| Rui Viana Racing| Rumo ao Brasil|  Ruy Ventura | Sandra Carvalho| Sesimbra arqueológica|  Sesimbra Jobs |  Sesimbra Jovem |  Sesimbra, três Freguesias, um Concelho| Se Zimbra|  Simplicidade | Singradura da relinga| Skim Brothers| Sonhar de pés presos à cama|  Tiago Ezequiel |  Tiago Pinhal |  Trans-ferir | Una mirada a la Ria de Vigo|          Varam'ess'aiola |  Ventinhos |


Canoa da Picada