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quarta-feira, setembro 24, 2008

fotografia alojada em www.flickr.com
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Há precisamente 41 anos, em Setembro de 1967, a "Pérola de Sesimbra" efectuou o maior lance de robalos de Sesimbra: 25 toneladas. Na foto, uma fotografia do barco e companha nessa altura, com o Mestre Lourenço Caparica, Albino, Eduardo (pai do Pintarola), Narciso, Eurico Caparica (avô do cabeleireiro), António Augusto, Xaeta, Alfredo e Julio Russo.




Foto e notícia enviada por / sent by:
Miguel Lourenço.
Crew of the boat "Pérola de Sesimbra", in 1967, when they made the biggest capture of seabass: 25 tons.

7 Comentários:

Às 24/9/08 , Anonymous Anónimo disse...

Quem é quem?

 
Às 24/9/08 , Anonymous Anónimo disse...

Estes lances eram vistos em cima da proa à Branca,posteriormente largava-se a rede para cercar o cardume.

 
Às 24/9/08 , Anonymous Anónimo disse...

Velhos tempos em que havia peixe com fartura. Vamos ver se com a criação do parque marinho as coisas melhoram. Já há alguns indícios nesse sentido.

 
Às 25/9/08 , Blogger Sherry disse...

That's a lot of fish! It is also the year I was born. :)

 
Às 25/9/08 , Anonymous Anónimo disse...

Lembro-me bem dessa grande pescaria feita pelo Mestre Lourenço.
Também fui daqueles que beneficiei com esse facto.
Apesar de nunca ter pertencido ao "Clube da Zagaia", o certo é que me caíram em casa 3 robalinhos desses.
Lembro-me exactamente do Diário de Notícias no dia seguinte a essa pescaria da Pérola de Sesimbra ter dado a notícia, com este título: ROBALO DE SESIMBRA É OURO EM IT´
ALIA.

 
Às 25/9/08 , Anonymous Anónimo disse...

Também me lembro bem desse dia, tinha então 13 aninhos. Só que não eram robalos, eram robalões. Vi ali na fortaleza ao pé do Tomé, vários pescadores passarem com as mãos nas guelras do peixe e elevadas quase à altura dos ombros e os rabos dos "pexitos" quase a tocar no chão.

JPA

 
Às 7/11/09 , Blogger Rui Amaro disse...

No dealbar da década de 40 para 50,recordo-me de duas traineiras saidas de Leixões, que normalmente de rumo aos pesqueiros,lá para os lados da Leirosa,metiam pelo Sudoeste, portanto umas duas milhas ao largo da barra do Douro,assim como as traineiras da Afurada, só que duas traineiras de Matosinhos, não sei porque carga de água,navegavam junto à costa, e ao passarem a uns cem metros da entrada do Douro, desandaram, chalandra na água, de terra ouvia-se o burborinho da companha na azáfama de largar a rede de cerco, e em pouco tempo, as duas traineiras rumavam de regresso ao porto de Leixões, carregadas de robalo (não sei a quantidade mas que os teques iam a esbordar, iam, e eram traineira de grande porte), sob o espanto dos curiosoa em terra, que jamais viram tal espécie de pesca, quase dentro da barra.Pois essa maré foi dupla, porque logo que descarregaram os robalos, rumaram aos pesqueiros usuais.
Saudações maritimo-entusiásticas
Rui Amaro - Foz do Douro

 

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