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terça-feira, junho 05, 2012

"Vidas de Sal"."Lives of Salt".
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10 Comentários:

Às 5/6/12 , Blogger Constança Lucas disse...

a cor desse mar é especial, boa foto

 
Às 5/6/12 , Blogger PEDRO NOVO disse...

Um belo registo de um belo Historico...Parabens. Palangreiro.blogspot.com

 
Às 5/6/12 , Anonymous mm disse...

O nome desse barco tem tudo a ver com a realidade da vida dos pescadores, é mesmo vidas de sal.

 
Às 6/6/12 , Blogger José Luís Espada Feio disse...

Excelente fotografia...e o nome do barco é o título perfeito para o retrato

 
Às 6/6/12 , Anonymous Anónimo disse...

A vida dos pescadores não é só de sal foi...,é, e será sempre de de sal, sangue suor e lágrimas...e com as novas leis impostas à vontade de quem manda...
será futuramente muito pior que o que acima exponho.

 
Às 6/6/12 , Blogger João Augusto Aldeia disse...

Obrigado pelos comentários.

 
Às 7/6/12 , Anonymous mm disse...

Em resposta ao anónimo que diz e muito bem que a vida dos pescadores não é só de sal é também de lágrimas sangue e suor, quero dizer que quando escrevi que a vida dos pescadores era mesmo de sal disse-o só para sintetizar, queria dizer com aquilo, que sei quanto a vida do mar é dura para os pescadores e seus familiares e como tenho um pouco a mania de vez em quando fazer uns pequenos apontamentos de escrita aqui deixo um (entre muitos) que se passou quando era criança. "Estava um grande vendaval em Sesimbra era inverno, tinham saído vários barcos para o mar mas ainda não tinham regressado todos , faltava o do meu pai. Eu era criança e lembro bem esse dia. A minha mãe, serena nestas ocasiões, habituada que estava aos vendavais da vida, não conseguia nesse dia esconder a sua preocupação. Pediu-me para ir com ela ver o mar. Lembro-me de subir a rua de mão dada com ela que levava nos olhos algumas lágrimas. O ceú e o mar nesse dia estavam cor de chumbo, felizmente o meu pai assim como toda a companha chegaram em bem ( peço ao João por me ter alongado)

 
Às 10/6/12 , Anonymous LCPinto disse...

Ao ver esta casca de noz no mar imenso, sabendo nós como o tempo se vira do avesso num estalar de dedos, muitas vezes traiçoeiro, compreendemos como a vida dos pescadores é de alto risco.
Mas o que me espanta é que ao longo dos anos em lugar de se subsidiar os armadores para o abate da frota, esse imenso dinheiro que só serviu para empobrecer toda a estrutura de pesca, enfraquecendo o nosso tecido económico, esse mesmo dinheiro que foi votado à ociosidade, serviria para dotar a nossa frota com as infraestruturas reforçadas e formação adequada ao nível da investigação marítima com saberes universitários que servissem de suporte a toda a política ligada ao mar e aos pescadores, tornando-a mais segura e tecnologicamente avançada.
Se a política ligada ao mar fosse efectivamente uma prioridade no nosso país, não em palavras mas em actos, a nossa plataforma marítima assim o justificaria, teríamos um Ministério do Mar e não uma Secretaria que se reporta a um Ministro que também tem Agricultura, Ambiente e Ordenamento do Território, pura demagogia a teoria de que menos ministérios têm menos gastos. Como é possível não misturar alhos com bugalhos, buracos de ozono e peixe-espada?
Por outro lado não consigo compreender como se vitimiza da pior maneira as profissões ligadas ao mar, tal como os pescadores existe outras profissões de alto risco, o tempo passa e continuamos a ver nalguns casos as condições de segurança que havia há muitas décadas.
Haveria necessidade de formação contínua para mudar as mentalidades evitando a barreira intransponível às mudanças. Desde a captura às cadeias de distribuição e Artesanal Pesca é sem dúvida um caso de sucesso haveria muita coisa a fazer, desde logo a captura de toda a quota a que temos direito e não uma percentagem por insuficiência de recursos, quase 10% do PIB nacional resulta de actividades ligadas ao mar e turismo.
Com outra dignidade e preparação, outro galo cantaria e os pescadores teriam e tem uma profissão como todas as outras, não seria preciso que cada Presidente ou Governo sempre que são eleitos venham invocar a prioridade do Mar como se tivessem descoberto a roda.

 
Às 10/6/12 , Anonymous Anónimo disse...

O abate da frota de pesca era inevitável ou o amigo LC Pinto acha que os recursos actualmente disponíveis suportariam uma frota com o tamanho da que havia há umas décadas atrás ?

 
Às 13/6/12 , Anonymous LCPinto disse...

Ao nível de frota referi qualidade e não quantidade
“dotar a nossa frota com as infraestruturas reforçadas e formação adequada ao nível da investigação marítima…tornando-a mais segura e tecnologicamente avançada” , são palavras minhas.
“as quotas que são impostas às pescarias nacionais, representam cerca de 20% do total. Desses 20%, nós tipicamente aproveitamos 60%” são palavras do Secretario de Estado do Mar numa recente entrevista ao Jornal O Sesimbrense.
Com a percentagem assustadora de desemprego nas classes mais jovens, será que este ou qualquer outro Governo não terá que equacionar nestes próximos anos, aproveitando as actividades ligadas ao Mar de modo a contrariar a tendência?
Juntamente com o Japão, somos dos maiores consumidores de peixe per capita e apesar do território marítimo que temos continuamos a ter necessidade de o importar, penso que muito há a fazer nas explorações de aquacultura , pois a percentagem de pescado cultivado em viveiros é ainda muito pequena no nosso País.

 

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