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segunda-feira, janeiro 24, 2011

Sesimbra.
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15 Comentários:

Às 25/1/11 , Anonymous Anónimo disse...

xico da cooperativa.

 
Às 25/1/11 , Anonymous Anónimo disse...

Rua Almirante Sande Vasconcelos, mais conhecida por calçada grande.

 
Às 26/1/11 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Exactamente. A designação conhecida mais antiga era de calçada da Misericórdia, e após a implantação da República foi a rua Afonso Costa: uma manifestação do "sentido de humor" jacobino, que colocou Afonso Costa a "ligar" as duas Igrejas.
Outras provocações semelhantes foram: o largo frente à Igreja de Santiago com o nome do anarquista Joaquim Ferrer, e as ruas imediatamente acima com o nome dos dois regicidas: Manuel Buiça e Alfredo Costa.

 
Às 26/1/11 , Blogger mili disse...

Tanta vez subi e desci esta rua nas belas férias que passei em Sesimbra!. Gosto da imagem.

 
Às 26/1/11 , Blogger J.A.Aldeia disse...

É fácil de descer. De subir, nem tanto. Foi nesta rua que nasceu e viveu Rafael Monteiro, onde a sua mãe tinha uma pequena escola particular.

 
Às 26/1/11 , Blogger Constança Lucas disse...

eu chamava-lhe a rua pra biblioteca

 
Às 26/1/11 , Anonymous Anónimo disse...

a da biblioteca é a outra a da ucal

 
Às 26/1/11 , Anonymous Anónimo disse...

é uma boa rua para as senhoras que quizerem ter menos barriga subir duas ou tres vezes por dia ,é remedio santo.
Mas entretanto os pateis de nata poe-se de lado.

 
Às 26/1/11 , Blogger mili disse...

Sr. João A. Aldeia
É verdade, subir era bem pior!
Obrigada por me dar uma informação sobre essa rua. É sempre bom aprender.

 
Às 27/1/11 , Blogger José Luís Espada Feio disse...

muito interessante esta autêntica "revolução toponímica" levada a cabo em Sesimbra pelo advento da 1ª República (matéria já abordada pelo João Aldeia em posts anteriores). Também a "minha" Rua do Norte teve o efémero topomínio de "Magalhães Lima" durante a 1ª República, homenagem a esse ilustre republicano e clara provocação à "monárquica" Rua D.Dinis. Soube-o através do João Aldeia, que amavelmente me transmitiu essa informação, tendo depois obtido a confirmação pela consulta de documentos do meu bisavô datados dessa época, nos quais a rua surgia assim designada. Depois, ao que parece, o Estado Novo tratou de apagar, em muitos casos, esses vestígios dos alvores da República.

 
Às 27/1/11 , Anonymous Anónimo disse...

Zé Luís,
A história das mudanças toponímicas e dos nomes dos monumentos mantêm-se. Foi a Republica que mudou alguns nomes,depois o Estado Novo e ultimamente os comunas.
A Ponte Salazar mudou para 25 de Abril.
Razão tinha o Salazar, que queria o seu nome gravado na ponte e não com letras coladas.

 
Às 27/1/11 , Blogger José Luís Espada Feio disse...

As mudanças toponímicas mais não são que reflexos do devir da História, que até nas placas das ruas se manifesta. Depois destas, outras mudanças se seguirão e depois dessas, outras ainda, sucessicamente. São evidências que Salazar, mesmo que tivesse gravado o seu nome na ponte sobre o Tejo, poderia algum dia evitar.

 
Às 27/1/11 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Se Salazar tivesse querido o seu nome gravado na ponte, tê-lo-ia tido. O que eu já li foi precisamente o oposto: que não o quiz que o gravassem.

 
Às 28/1/11 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Mili: o meu comentário era a brincar. Faltou-me acrescentar um :-)

 
Às 30/1/11 , Anonymous Anónimo disse...

Será esta a rua com maior inclinação de Sesimbra?

 

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