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domingo, setembro 26, 2010

Procissão da Senhora do Cabo, no Espichel.Procession of Our Lady of the Cape, at Espichel.
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12 Comentários:

Às 26/9/10 , Anonymous Anónimo disse...

A fé move montanhas,os jovens resistentes fazem a festa,não há casas montam -se tendas. É como se diz na giria dos pexitos " quando não há trigo vai milho".

 
Às 27/9/10 , Anonymous Anónimo disse...

Será, que a verdadeira imagem da SRA do cabo poderia retornar á sua própria casa que é o santuário do cabo e nâo numa das igrejas em Sintra ,ou é uma outra Olivença ,

 
Às 27/9/10 , Anonymous Anónimo disse...

Será, que a verdadeira imagem da SRA do cabo poderia retornar á sua própria casa que é o santuário do cabo e nâo numa das igrejas em Sintra ,ou é uma outra Olivença ,

 
Às 27/9/10 , Anonymous Anónimo disse...

É verdade, ontem estava no carro e ouvi no rádio um bispo que não me lembro o nome a falar sobre um assunto que tambem não me lembro nos festejos da Sra. do Cabo Espichel em Sintra. Será que não se pode fazer justiça e a imagem verdadeira da Sra. do Cabo voltar de onde não devia ter saído? Ou será que o Cabo Espichel na Serra da Arrabida no Concelho de Sesimbra, passou para o Cabo da Roca, na Serra de Sintra Concelho de Sintra? Acho que se devia levar este assunto a instâncias superiores para se tentar repor esta injustiça.

 
Às 28/9/10 , Anonymous ricardo disse...

Já que este ano se comemora 600 anos penso que a festa deveria ter tido uma maior grandiosidade, e que a confraria deveria trazer a nossa imagem verdadeira.

 
Às 28/9/10 , Blogger J.A.Aldeia disse...

É preciso analisar a História: as freguesias saloias, dos arredores de Lisboa, organizaram os maiores círios, durante muitas décadas, cabendo em cada ano, rotativamente a cada freguesia, ficar com a imagem e trazê-la até ao Espichel. No entanto, esta peregrinação foi interrompida no período republicano por causa da proibição das procissões. As freguesias saloias continuam a manter a tradição das festas anuais, com a única diferença de que já não trazem a imagem em peregrinação ao Espichel — por isso não faz sentido retirar-lhes a imagem, que sempre lhes pertenceu e que sempre veneraram.

No entanto, em 1976 (salvo erro), uma destas freguesias não teve condições para fazer as festas e ficar com a imagem, e por isso, excepcionalmente, a imagem veio até ao Cabo e passou cá esse ano. Nessa altura tirei algumas fotos, como esta já aqui publicada →

 
Às 29/9/10 , Anonymous Anónimo disse...

Também estive a averiguar acerca da verdadeira imagem , realmente é como o joâo diz , tambem a imagem deveria ficar em cada freguesia por 25 anos até ir em romagem para outra freguesia e ficar durante 25 anos , mas tudo se acaba como a monarquia , pelo que entendo o rei ou reis faziam parte desta romagem . Por isso também penso que o verdadeiro altar é no cabo espichel.Força Sesimbra

 
Às 29/9/10 , Anonymous Anónimo disse...

Também estive a averiguar acerca da verdadeira imagem , realmente é como o joâo diz , tambem a imagem deveria ficar em cada freguesia por 25 anos até ir em romagem para outra freguesia e ficar durante 25 anos , mas tudo se acaba como a monarquia , pelo que entendo o rei ou reis faziam parte desta romagem . Por isso também penso que o verdadeiro altar é no cabo espichel.Força Sesimbra

 
Às 29/9/10 , Anonymous Anónimo disse...

Sintra incorporou a festa do cabo espichel nas festas de sintra , o que nâo deveriam fazer porque até todas as outras freguesias saloias não o fazem . Porque é que sintra teve a ousadia de comomorar as festas em sintra e nâo no cabo espichel . a imagem pertence ao cabo , o cabo espichel nâo é em sinta ,

 
Às 29/9/10 , Anonymous Anónimo disse...

Estou muito surpreendida com tudo isto ,não sabia que o cabo espichel pertence á freguesia de S miguel do Arrabalde em sintra,

 
Às 29/9/10 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Deixem-me colocar o assunto sobre a forma de uma pergunta: se os peregrinos da região saloia é que foram os grandes obreiros deste culto, se foram eles quem construíu grande parte das hospedarias que formam o terreiro, se foram eles que iniciaram essa tradição, que já tem séculos, de venerar a imagem, ficando um ano em cada uma das freguezias, porque é que deviam, agora, acabar com essa tradição e entregar a imagem à guarda do clero?

(Lembro que a igreja do Cabo, que era Capela Real até à República, é agora da Igreja, e a Confraria do Cabo também acaba por estar dirigida pela Igreja)

 
Às 2/10/10 , Anonymous Anónimo disse...

Em Agosto os palmelenses também costumam realizar a fésta,mas no cabo-espichel.

 

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