Parabens ao Sesimbrense pela apelativa e colorida capa do Jornal, ainda me lembro quando era a preto e branco e tinha uns titulos se a memória não me falha a vermelho. A moça é a porta bandeira do Trepa.
Tanto a foto s/Carnaval, como o desenho de Bruno Balegas, dão um toque artístico de muito bom gosto, atrevendo-me a dizer que os desenhos de António Ratinho estão a merecer, também, a 1ª. Página. Recentemente, tive conhecimento que o município de Almada vai criar o “Quarteirão das Artes”, aproveitando antigos armazéns, transformando em iniciativas empresariais na área da cultura, artes plásticas, artesanato, produção audiovisuais, musicais, danças, … enfim, um pólo cultural para os jovens, em plena Almada Velha, perto da Casa da Cerca. Em Sesimbra, a recuperação do antigo prédio das Finanças que dá para a esplanada do Central, daria, um pólo cultural englobando a imprensa local, zonas de convívio com livraria/galeria/ciber/cafetaria, criando vida numa das zonas mais emblemáticas de Sesimbra,… e que não se esqueçam de abolir o abominável horário administrativo praticado actualmente no posto de turismo e no hall principal da biblioteca, “castrando” as pessoas de visitar os locais públicos com interesse cultural.
“Quarteirão das Artes”? Lembra-me sempre um espaço para os indigentes e preguiçosos da nossa praça. "Artistas"! E as nossas autarquias promovem a preguiça e apelidam de arte tudo e mais alguma coisa.
Li recentemente um estudo encomendado e descrito parcialmente por um semanário, que as actividades ligadas às artes movimentam mais ou menos 3690 milhões de euros por ano e o sector já gera 2,8% do PIB. A cultura é um factor de desenvolvimento económico, muito dinâmico, principalmente nas camadas mais jovens da população, originando a criação de riqueza e de emprego em termos nacionais. A criatividade vale dinheiro e a cultura é um valor eterno. Este estudo inédito que me refiro foi encomendado pelo Ministério da Cultura à Augusto Mateus Associados. Fiquei admirado mas satisfeito, convém referir estes assuntos, e todos aqueles que nos possam “puxar” para cima, convém pôr a fasquia o mais alto possível, porque a vida é curta e o País continua com muita gente “cinzenta”.
A " Augusto Mateus Associados" é aquela empresa que estudou a viabilidade económica da Mata de Sesimbra? Estou enganado? Diga-me se estou enganado! Ou terei que esperar uma dezena de anos para confirmar o cinzentismo das previsões feitas actualmente? Sabe, Sr. LCPinto temos que "puxar" este país para cima mas com trabalho! Concordo que se deve pôr a fasquia o mais alto possível, mas a vida só é curta para os que cá estão. As gerações futuras não deverão ser obrigadas a pagar a factura dos actos indigentes dos "coloridos" da nossa época!
Estes malandros, indigentes que não querem trabalhar … o mundo está perdido …já não há homens como antigamente … profetas da desgraça, está o mundo cheio …o slogan que as gerações futuras é que vão pagar, não é de hoje, sempre existiu, e ninguém ficou tempo suficiente, mesmo tomando o elixir da juventude, para comprovar, …O que a história nos ensina, são os ciclos de vida: económicos, sociais… depois da tempestade vem a bonança, ainda hoje ouvi uma notícia que o Mar Báltico gelou encurralando dezenas de barcos, ferries, no estreito de Bothnia, entre a Suécia e a Finlândia, como há 15 anos não se via, imagine se a conferência de Copenhaga (mais conhecida como a conferência do Conhaque) tivesse sido agora, o que é que os ambientalistas diziam, quer eu dizer, que os media mediatizam empolando as notícias sempre no mesmo sentido, quanto mais trágico, mais vende … mas aonde é que eu ia, pegando no trabalho, que é uma “canseira”, já vi muita gente ir a correr marcar ponto, ficando a suar, e no minuto seguinte, sair para ir ao café da esquina tomar um cafezinho e fumar um cigarrito para dar ânimo para o seu dia-a-dia rotineiro, meu amigo o trabalho tem que se diga, era uma conversa longa, mesmo isso dava trabalho… há mesmo quem diga que só trabalha quem não sabe fazer mais nada, e o anonimato é um descanso. Cumprimentos respeitoso
Pois! Já vi que o amigo "não anónimo" afinal, já não consegue acrescentar mais do que banalidades retóricas de quem não se quer comprometer com o sim ou com o não. Ou melhor ainda, deixa andar que outro ciclo está para vir, blá, blá, blá, velhos do restelo, blá, blá, a história mostra, blá, blá, só trabalha quem não sabe fazer mais nada, blá, blá, blá... Esta última "só trabalha quem não sabe fazer mais nada" é mesmo, de TRUZ! Já percebi! Com pessoas a pensar como o caro "não anónimo", chegámos ao momento fantástico que vivemos hoje: crise de valores, desemprego, generalizada depressão social, violência, assaltos, insegurança, etc, etc, etc... Melhor descanso que o anonimato é o NIM!(Até porque se auto-promove e publicita o seu nome). Cumprimentes respeitoses.
O Império Marítimo Português - 1415-1825
Charles C. Boxer
O Professor Charles R. Boxer traça a evolução do império marítimo português desde as primeiras viagens de descoberta, no início do século XV, até à independência do Brasil, numa obra que disseca as grandezas e reveses de uma aventura sem paralelo na história da humanidade.
Pela visão de conjunto e profundidade da investigação O Império Marítimo Português constitui uma peça fundamental na bibliografia da história da expansão portuguesa.
Imagem de fundo (Wallpaper)
Para utilizar como fundo de ecrã: clicar em cima da imagem para a ampliar; clicar depois o botão direito do rato em cima da imagem e escolher "definir como fundo".
Nesta terra tudo se sabe. Não se pode falar no Calvário que não se oiça logo na Fonte Nova.
Os homens do mar de Sesimbra são sábios. Sempre souberam transmitir o seu conhecimento aos aprendizes atentos, aos capazes,
como escreveu Álvaro Ribeiro, de aceitar a audiência antes da evidência. Grau a grau, ou degrau a degrau, se ascende de moço a arrais, passando por companheiro.
Rafael Monteiro
★
Gama, Cão ou Zarco
Não nasceram aqui.
Quem nasceu aqui foi o barco.
António Telmo
Marés em Sesimbra / Tide table [ mare.frbateaux.net ]
Fotos TrekEarth Photos.
Pesqueiros de Sesimbra (fishing sites)
8 Comentários:
Parabens ao Sesimbrense pela apelativa e colorida capa do Jornal, ainda me lembro quando era a preto e branco e tinha uns titulos se a memória não me falha a vermelho.
A moça é a porta bandeira do Trepa.
Tanto a foto s/Carnaval, como o desenho de Bruno Balegas, dão um toque artístico de muito bom gosto, atrevendo-me a dizer que os desenhos de António Ratinho estão a merecer, também, a 1ª. Página.
Recentemente, tive conhecimento que o município de Almada vai criar o “Quarteirão das Artes”, aproveitando antigos armazéns, transformando em iniciativas empresariais na área da cultura, artes plásticas, artesanato, produção audiovisuais, musicais, danças, … enfim, um pólo cultural para os jovens, em plena Almada Velha, perto da Casa da Cerca.
Em Sesimbra, a recuperação do antigo prédio das Finanças que dá para a esplanada do Central, daria, um pólo cultural englobando a imprensa local, zonas de convívio com livraria/galeria/ciber/cafetaria, criando vida numa das zonas mais emblemáticas de Sesimbra,… e que não se esqueçam de abolir o abominável horário administrativo praticado actualmente no posto de turismo e no hall principal da biblioteca, “castrando” as pessoas de visitar os locais públicos com interesse cultural.
Obrigado pelos comentários e sugestões.
“Quarteirão das Artes”? Lembra-me sempre um espaço para os indigentes e preguiçosos da nossa praça. "Artistas"!
E as nossas autarquias promovem a preguiça e apelidam de arte tudo e mais alguma coisa.
Li recentemente um estudo encomendado e descrito parcialmente por um semanário, que as actividades ligadas às artes movimentam mais ou menos 3690 milhões de euros por ano e o sector já gera 2,8% do PIB.
A cultura é um factor de desenvolvimento económico, muito dinâmico, principalmente nas camadas mais jovens da população, originando a criação de riqueza e de emprego em termos nacionais.
A criatividade vale dinheiro e a cultura é um valor eterno.
Este estudo inédito que me refiro foi encomendado pelo Ministério da Cultura à Augusto Mateus Associados.
Fiquei admirado mas satisfeito, convém referir estes assuntos, e todos aqueles que nos possam “puxar” para cima, convém pôr a fasquia o mais alto possível, porque a vida é curta e o País continua com muita gente “cinzenta”.
A " Augusto Mateus Associados" é aquela empresa que estudou a viabilidade económica da Mata de Sesimbra? Estou enganado? Diga-me se estou enganado! Ou terei que esperar uma dezena de anos para confirmar o cinzentismo das previsões feitas actualmente?
Sabe, Sr. LCPinto temos que "puxar" este país para cima mas com trabalho! Concordo que se deve pôr a fasquia o mais alto possível, mas a vida só é curta para os que cá estão. As gerações futuras não deverão ser obrigadas a pagar a factura dos actos indigentes dos "coloridos" da nossa época!
Respeitosos Cumprimentos.
Estes malandros, indigentes que não querem trabalhar … o mundo está perdido …já não há homens como antigamente … profetas da desgraça, está o mundo cheio …o slogan que as gerações futuras é que vão pagar, não é de hoje, sempre existiu, e ninguém ficou tempo suficiente, mesmo tomando o elixir da juventude, para comprovar, …O que a história nos ensina, são os ciclos de vida: económicos, sociais… depois da tempestade vem a bonança, ainda hoje ouvi uma notícia que o Mar Báltico gelou encurralando dezenas de barcos, ferries, no estreito de Bothnia, entre a Suécia e a Finlândia, como há 15 anos não se via, imagine se a conferência de Copenhaga (mais conhecida como a conferência do Conhaque) tivesse sido agora, o que é que os ambientalistas diziam, quer eu dizer, que os media mediatizam empolando as notícias sempre no mesmo sentido, quanto mais trágico, mais vende … mas aonde é que eu ia, pegando no trabalho, que é uma “canseira”, já vi muita gente ir a correr marcar ponto, ficando a suar, e no minuto seguinte, sair para ir ao café da esquina tomar um cafezinho e fumar um cigarrito para dar ânimo para o seu dia-a-dia rotineiro, meu amigo o trabalho tem que se diga, era uma conversa longa, mesmo isso dava trabalho… há mesmo quem diga que só trabalha quem não sabe fazer mais nada, e o anonimato é um descanso.
Cumprimentos respeitoso
Pois! Já vi que o amigo "não anónimo" afinal, já não consegue acrescentar mais do que banalidades retóricas de quem não se quer comprometer com o sim ou com o não.
Ou melhor ainda, deixa andar que outro ciclo está para vir, blá, blá, blá, velhos do restelo, blá, blá, a história mostra, blá, blá, só trabalha quem não sabe fazer mais nada, blá, blá, blá...
Esta última "só trabalha quem não sabe fazer mais nada" é mesmo, de TRUZ! Já percebi! Com pessoas a pensar como o caro "não anónimo", chegámos ao momento fantástico que vivemos hoje: crise de valores, desemprego, generalizada depressão social, violência, assaltos, insegurança, etc, etc, etc...
Melhor descanso que o anonimato é o NIM!(Até porque se auto-promove e publicita o seu nome).
Cumprimentes respeitoses.
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