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segunda-feira, junho 08, 2009

Sesimbra
"Plano de Arranjo e Extensão" da vila de Sesimbra, publicado na Monografia de Sesimbra (1941). Veja as diferenças.An old urbanization plan for Sesimbra, published in a book of 1941.
Sesimbra
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9 Comentários:

Às 8/6/09 , Anonymous Anónimo disse...

Não acredito.

 
Às 8/6/09 , Anonymous Anónimo disse...

Em 1941 parecia tudo mais pensado e estudado!

 
Às 8/6/09 , Anonymous Anónimo disse...

Eram outros os ideais urbanísticos em 1941. Existia uma outra visão. Cassiano Branco, Duarte Pacheco e até Conceição e Silva seriam hoje, simples idealistas, arredados para as teorias académicas. Na época, fizeram o trabalho que hoje, certamente, lhes seria vedado pelo poder do betão.

 
Às 9/6/09 , Anonymous Anónimo disse...

Mesmo sem conhecer em pormenor o PAE de 1941 atrevo-me a dizer que sempre era melhor do que aquilo que está actualmente onde se percebe não ter havido um planeamento urbanistico da vila nem qualquer critério no desenho das vias , no tipo de construções ,e que apenas obedeceu a outros valores mais altos ,o que descaracterizou a vila e originou o desaparecimento do modo de vida dos indigenas com a imigração forçada para o "campo".

 
Às 9/6/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

     Claro que houve planeamento no crescimento de Sesimbra e critério no desenho das vias: pode-se discordar do que foi feito, mas, mais uma vez, essa argumentação tremendista só baralha as coisas.
     O que empurra os Sesimbrenses para fora da vila é um mecanismo económico de oferta e procura. Na realidade esse problema começou muito antes do que se pensa — há provas documentais disso. O problema da habitação é muito antigo em Sesimbra, seguramente anterior à explosão da procura de casas para turismo e segunda residência.
     Haveria outro urbanismo que pudesse impedir esse efeito de oferta e procura e, simultaneamente, acolher o desenvolvimento do turismo? Talvez, mas ainda ninguém soube explicar como. Curiosamente, foi um antigo presidente da Câmara — José Manuel Palmeirim — que me apresentou uma solução com alguma lógica, mas é apenas uma ideia e ele próprio não a aplicou no seu tempo (1959-1961).

 
Às 9/6/09 , Anonymous L C Pinto disse...

O Plano referido na Monografia de Hernani de Barros Bernardo são as linhas mestras da extenção da Vila de Sesimbra, como é obvio não está especificado a malha urbanística já existente em 1941.
Houve entretanto o acesso alternativo à R Candido dos Reis, naquela que se chama Av Liberdade contornando o Campo Vila Amália e saindo na Marginal, provocando a cedência do Edifício da Av República onde estava a antiga Farmácia e também um edifício da R Fortaleza.
Quanto aos fluxos migratórios dentro do Concelho que tanta celeuma tem criado aconcelho a leitura das condições demográficas - evvolução da população e sua distribuição, referida na Monografia, estou certo poderá ser consultada na Biblioteca Municipal.
E já agora perguntem à rapaziada jovem que vive na Freguesia do Castelo, se querem regressar a Santiago. Talvez tenham uma surpresa!

 
Às 9/6/09 , Anonymous Anónimo disse...

Discordo do ultimo paragrafo do LCPinto , porque sempre que esse fluxo migratório como lhe chama for imposto como foi o caso , não acredito que alguém fique feliz por ser obrigado a viver fora da sua terra .Não sei se faz parte desse fluxo , mas eu sim, e gostava mais de poder viver em Sesimbra.É claro que quanto mais tempo vai passando mais se vai descaracterizando a vila e o seu modo de vida , os amigos vão-se dispersando e quando lá vamos acabamos por nos sentir estranhos na nossa própria terra.

 
Às 10/6/09 , Blogger mili disse...

Com o passar dos anos tudo muda. Para melhor, para pior? cada pessoa tem a sua verdade.

 
Às 11/6/09 , Anonymous L C Pinto disse...

Caro Anón., em relação ao último parágrafo do meu comentário anterior, o surpreendido fui eu. Aceito a sua opinião!
Não faço parte do fluxo migrat dentro do Concelho, por razões profissionais fui "chutado" p/ fora do Concelho. Hoje com os acessos facilitados e a "democratização" da viatura própria as distâncias vão-se reduzindo e pensava que era irrelevante o facto de viver no Castelo ou em Santiago em relação ao convívio com os amigos.
Passei pela situação de ansiedade à espera do fim de semana para me encontrar com os amigos, eu diria que são as "dores de crescimento", com o tempo passa!
Ficamos mais arejados e os horizontes alargam-se, se tivessemos ficado a palmilhar as mesmas pedras da nossa rua, começavamos também com nostalgia de ver os amigos a dispersar, cada um a fazer a sua vida, e da nossa Sesimbra pouco fica, porque o tempo marca tudo. É a juventude que nos foge!
Apesar de tudo nunca despi a camisola do Sesimbra!
Aconselho-o apenas a reflectir!

 

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