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quarta-feira, março 04, 2009

Alfarim - Sesimbra
Alfarim.
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31 Comentários:

Às 4/3/09 , Blogger pexito-do-campo disse...

linda foto!

 
Às 4/3/09 , Blogger Steffe disse...

A beautiful tree. I would sit in the shade of that tree on a hot day.

 
Às 5/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

Quantos pinheiros destes é que vão ser abatidos na Mata de Sesimbra?

 
Às 5/3/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Nenhum. Embora o pinheiro manso seja uma espécie autóctone da Península de Setúbal, o que domina nessa Mata é o pinheiro bravo e o eucalipto &mdash nomeadamente na zona onde será feita a construção. Ora o que o plano ambiental da Mata prevê é precisamente a reflorestação com espécies autóctones.

 
Às 5/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

só que é uma reflorestação com 1/5 das árvores...se tanto... mas depois em vez de oxigénio, vamos fumar a relva do campos de golf...

 
Às 5/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

Os grandes ecologistas que permitiram isto foram o PCP e PSD, que em Sesimbra se permitem fazer tudo...

 
Às 5/3/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Não, não é uma reflorestação com 1/5 das árvores. A Mata de Sesimbra é um bom tema para debate, mas não com gente que vem para aqui inventar números. O último anónimo também nos pretende iludir: o projecto da Mata foi apoiado desde o início também pelo PS. Mas não abrirei aqui espaço para campanha pré-eleitoral, pois esse não é o objectivo do blog nem deste post, por isso é escusado colocarem aqui comentários com esse objectivo.

 
Às 5/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

POR FAVOR.
como pode dizer nenhum sr João
acredita mesmo nisso?
tinha uma ideia diferente de si!
se cada pessoa que diz que nenhuma destas especies vão ser abatidas larga-se um dente por cada um haveria muitos desdentados em Sesimbra.

 
Às 5/3/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Eu conheço o processo da Mata em pormenor. Estudei os documentos, participei nos debates, visitei os locais. Acho que mentirosos são aqueles que falam sem saber do que falam, apenas porque estão convencidos de que é assim, ou bom, ou mau. Mas as convicções são tão inimigas da verdade como as mentiras.

Se tinha uma ideia errada a meu respeito, acho bem que a corrija. Não gosto que me confundam com a multidão, ou com seitas.

 
Às 5/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

É extraordinário como o Sr Aldeia continua a manfestar opinião favorável ao plano da Mata! É mesmo não querer dar o braço a torcer. O plano é evidentemente um plano megalómano, dificil de concretizar (como o Sr também afirma) e ainda mais difícil de fiscalizar de modo a termos garantia de que tudo o resto, para além das edificações, será efctuado. Nomeadamente, a tal reflorestação de que fala. Para além disso, o plano é uma péssima ideia!
Esta sua posição de "defesa" do plano da Mata chega a confundir-se com alguma ingenuidade.
E, só mais uma coisa: este último comentário até dá ideia de que o Sr é a única pessoa que conhece o processo da Mata em pormenor, que estudou os documentos, que participou nos debates e que visitou os locais. Há muitas outras pessoas que fizeram exactamente o mesmo, e até mais. Pelo menos, nunca se deixaram iludir com todo este embuste e, por isso mesmo, estão contra o plano!

 
Às 6/3/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Anónimo: não se iluda, nem nos queira iludir; eu nunca disse que sou o único que conheço os documentos ou que visitei os locais, há várias pessoas que os conhecem bem melhor, até porque são especialistas nas matérias do urbanismo, do ambiente, da botânica, etc. Esse truque de tentar colocar na boca das pessoas coisas que eles não disseram, para as tentar ridicularizar, aqui não pega.

Mas eu de facto li os documentos e visitei os locais, volto a dizê-lo, porque quem aqui fez os comentários sobre o corte dos pinheiros mansos, ou sobre "1/5" das árvores (adiantando um número talvez para tentar enganar os incautos) essa gente não leu os documentos, ou não conhece os locais, ou então está a tentar enganar-nos deliberadamente.

Um dos dramas deste processo é que os "críticos" do projecto não se deram ao trabalho de estudar o assunto — e, pior do que isso, nem se esforçam por avaliar ambientalmente a globalidade do território e o que lhe está a fazer mal, limitando-se a pegar em temas da agenda eleitoral. Pronunciam-se por generalidades, declarações de estilo, insinuações criminais, enfim, toda a panóplia com que os mediocres aparecem em cena para tentar passar por heróis.

Uma vez, há anos, assisti a um debate com um ecologista — um ecologista a sério e cujo trabalho eu admiro — que também se pronunciava contra algo que ele só tinha visto à distância, mas mesmo assim "sabia" que estava mal feito. Apontaram-lhe essa fragilidade mas ele não teve qualquer problema em afirmar que não precisava de conhecer o assunto em pormenor: ele limitava-se a acusar na base de uma dúvida, e o acusado é que tinha de provar que estava certo (chama-se a isto a inversão do ónus da prova); ele estava acima de toda a suspeita, os outros eram suspeitos por natureza (quem conhece a História sabe que este era o método da Inquisição). E isto foi com um ecologista a sério. Aqui no blog, infelizmente, só nos saiem é duques, moralistas de meia tigela, que se afirmam muito sabichões mas que nada de concreto exalam: não emitiram um documento, não publicaram um texto com conteúdo fundamentado, não têm disponível na net uma única análise que possamos consultar com os seus argumentos. Sem dúvida que isto representa, ou uma grande incompetência, ou um grande desprezo por aqueles que gostariam de conhecer razões fundamentadas contra o projecto da Mata, ou ambas as coisas.

 
Às 6/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

Não se percebe porque é que o João quer branquear o papel do PCP e do PSD em todo este processo.

 
Às 6/3/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Não percebe, porque não quero branquear ninguém: tenho a minha própria opinião, que é diferente de qualquer dos partidos representados na Câmara ou Assembleia. Vou repetir para que perceba bem: tenho a minha própria opinião, que é diferente de qualquer dos partidos. Agradeço a sua participação.

 
Às 6/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

Achas que as coisas vão correr de acordo com os planos, é ingénuo ou até infantil. Nem que seja pelos números exemplos que temos no nosso país... Mas veja os casos do que se anda a construir por aí, bom sucesso em Óbidos, Tróia...e já agora veja como correu o processo do Freeport... Talvez o "nosso" plano, seja "estranho" também...

 
Às 6/3/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

O anónimo anterior escreveu: «Achas que as coisas vão correr de acordo com os planos» — e depois desenvolve a sua prosápia de acordo com o pressuposto.

Ora eu penso exactamente o oposto: que há uma grande probabilidade de que as coisas não corram de acordo com a planificação aprovada. Não tenho grande paciência para estes cromos que falam com grande basófia, dizendo não importa o quê, sem respeito pelas opiniões que cada um exprime. Aqui neste blog não vai haver muito mais espaço para esta boçalidade.

 
Às 6/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

Caro J. Aldeia, tenha calma. O comentário que lhe merece esta resposta tão agressiva tem uma gralha (certamente; visto que não fui eu que o escreveu). Deve ler-se "Achar que as coisas vão correr de acordo com os planos" e não "Achas".
Não me parece que este comentário mereça, de todo, a sua resposta!

 
Às 6/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

Neste seu último comentário, não entendi uma coisa. "Ora eu penso exactamente o oposto: que há uma grande probabilidade de que as coisas não corram de acordo com a planificação aprovada." Então para que servem os planos? Não são para ser cumpridos? Senão o forem, é porque é um mau plano? E que parte é que se cumpre? Qual é a mais válida?

 
Às 7/3/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

São perguntas de quem não conhece ou não acompanhou a apresentação pública do plano da Mata de Sesimbra. Trata-se de um projecto complexo, com diferentes proprietários, tipologias de alojamentos, modelos de utilização, associado a planos de infraestruturas, acessibilidades e de gestão ambiental. Como é evidente, não é possível expor agora aqui todas essas situações e explicar-lhe também o que penso. Em todo o caso, não é esse o objectivo deste post. A ignorância nunca poderá ser um contributo para uma sociedade melhor. Uma das grandes tragédias deste processo é que a oposição ao mesmo tenha sido tão incompetente e tão demagógica, .

 
Às 7/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

Então a oposição é que foi "incompetente e demagógica"?? E os que aprovaram o plano foram o quê, exemplares???
Sr Aldeia, tenha vergonha e seja verdadeiro! Já é impossível continuar a defender o plano em si e os que o aprovaram!

 
Às 7/3/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Mais uma frase oca de ideias, apenas gesticulação frenética de quem não parece ter muito mais a dizer. Eu teria vergonha é de escrever uma frase dessas.

 
Às 7/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

O que é um ecologista a sério?

 
Às 7/3/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

É um ecologista que procura conhecer os problemas ambientais de um território na sua globalidade (e não apenas os da agenda setting, os que geram mais dividendos mediáticos), estuda-os e divulga os seus conhecimentos de modo fundamentado e responsável.

 
Às 7/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

O melhor era não haver oposição??? ...já em tempos foi assim, podemos voltar ao mesmo...

É o que dá ser o dono da verdade... Mas também já percebemos que de economia não percebe muito, como foi demonnstrado noutro blogue!!! Esperemos que perceba do plano da Mata, senão... Mas a culpa nunca será sua, será sempre dos "maus"!!!

 
Às 7/3/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Não sou dono da verdade: exprimo a minha opinião com independência, sem ofender ninguém. A minha opinião pode estar errada, mas não a imponho a ninguém; por outro lado, também não a escondo, por oportunismo ou calculismo.

É bom haver oposição. É ainda melhor haver uma boa oposição. Eu lutei a sério para que a Oposição em Portugal se pudesse exprimir sem ser perseguida. No caso da Mata de Sesimbra e do período de debate público — é apenas disso que estou agora aqui a falar — essa oposição foi muito má, conforme já tenho explicado ao longo do tempo. Sei que o comentador gostaria que eu não o dissesse, mas como tenho direito a exprimir-me, usarei esse direito.

Também na minha opinião, nesse outro blogue não ficou demonstrado nada disso, apenas que generalidades deturpadas — como dizer que a causa principal da crise actual é o excesso de construção, quando a verdadeira causa é financeira — são usadas como arma de arremesso político. Não houve nenhuma afirmação minha desmentida nesse curto debate. Mas cada qual segue o guru que entender.

O seu comentário é mal educado, devia ter cuidado com o que escreve porque, certamente sem querer, revela o seu mau fundo. É visível que não sabe que a argumentos se deve responder com argumentos, não com acusações pessoais, e desconhece o que é a falácia da condenação da fonte — é triste.

 
Às 7/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

Pois eu acho que há várias crises. - A crise daqueles que quiseram comprar mais do que podiam.
- A crise dos que perderam o emprego.
- A crise dos que por roubo dos banqueiros perderam valores.
- A crise provocada pela mão de obra mais barata dos chineses.
- A crise provocada pela tecnologia que vai diminuindo a mão de obra humana.
- A crise provocada pela emigração.
- A crise provocada pela falta de emprego que o governo não resolve, mas que continua a dizer para termos muitos filhos para que não existam só velhos.
E a crise vai acabar quando aqueles que agora esperneiam se calarem de vez.Daqui a uns anos outros entrarão em crise e também se calarão, é o ciclo da natureza. Lá diz o ditado "Dos fracos não reza a história".
Mas há muitas mais crises, alguém quer contribuir com sugestões?

O OUTRO

 
Às 8/3/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Caro comentador: tudo que referiu são problemas dos nossos dias, mas o principal problema actual é a instabilidade do sistema financeiro, a qual pode fazer desmoronar tudo o resto e levar problemas como o desemprego até níveis incalculáveis. Isto começou com uma bolha especulativa no mercado imobiliário dos EUA, mas, tal como diz, isso são problemas cíclicos e, no caso dos EUA, há anos que os comentadores andavam a prever o uma crise no imobiliário, precisamente por se tratar de um fenómeno recorrente.

Mas o que aconteceu a seguir no sistema financeiro é que teve uma dimensão de que ninguém estava à espera — embora também já muitos economistas tivessem chamado a atenção para o potencial explosivo das "inovações" financeiras que ocultam os níveis de risco e escapam à regulamentação das autoridades.

Independentemente das causas ou dos culpados, o que interessa mais é a gravidade do problema, que já está a atingir o sector industrial (e isso, ninguém tinha previsto) e se pode propagar a todos os outros sectores económicos de um modo explosivo. Tem razão quando diz que estes problemas voltarão todos a acontecer, mas o capitalismo também tem as "grandes crises", que ocorrem mais raramente, e das quais a última teve lugar no final de 1929, conhecida como a Grande Depesssão, ou The Big Crash.

Uma última palavra para quem tem enviado comentários tentando consuzir este debate para a discussão dos partidos políticos: há outros sítios mais adequados para fazer essa discussão.

 
Às 8/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

Será que existe uma definição para a "crise" que agora tanto se invoca?
Quanto a mim e numa primeira análise não muito aprofundada, a crise resume-se à dificuldade de um parte das pessoas conseguirem pagar encargos que assumiram e outras que têm dificuldade em sobreviver, umas por má gestão dos fracos rendimentos do trabalho e outras por perderem os empregos. Neste último caso parece-me ser importante que o Estado CRIE MECANISMOS QUE SALVAGUARDEM OS TRABALHADORES que durante anos de trabalho contribuiram para o enriquecimento dos industriais e do estado cujos representantes obtêm vencimentos que lhes permitem evitar as crises e ainda garantem reformas douradas. É importante ter consciência que um grupo de trabalhadores que interviu no sucesso de determinada empresa não deve ser desprezado sempre que o patrão ou a conjuntura económica e social provoca o encerramento da empresa.É que normalmente os proprietários ou chefias ou pelo estatuto financeiro e social que adquiriram ou porque são em número menor e têm uma oferta de trabalho superior, têm a subsistência familiar garantida.

O OUTRO

 
Às 8/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

O Sr é que tem conduzido este debate para os partidos políticos quando fala sempre na oposição que foi incompetente, etc., etc.!

 
Às 8/3/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

     Caro comentador "O Outro": os aspectos que refere são reais, mas são consequência dum problema anterior e mais profundo, e que ameaça levar os problemas para níveis que as actuais gerações nunca conheceram. A instabilidade financeira, afectando a confiança, provocando falências e restringindo o crédito, propagou-se a outros sectores, particularmente ao industrial (coisa que ninguém previu), e agora ocorre uma espécie de feed-back, com os problemas do sector industrial a reflectirem-se sobre os bancos, e vice-versa. O potencial explosivo desta situação é enorme, podendo elevar as falências e o desemprego a níveis muito maiores do que os actuais.
     Ninguém pode prever o futuro, nem mesmo o futuro mais próximo. Mas é garantido que as falências e desemprego que actualmente são notícia, nos EUA, mas especialmente na Europa, provocarão efeitos devastadores em Portugal dentro de alguns meses, com a diminuição das nossas exportações, quebras na procura turística, etc.
     Se os governos fazem intervenções para "salvar" bancos e algumas grandes empresas industriais, é apenas porque estão muito alarmados com o que se pode passar. Quem em Portugal resume a análise desta situação a um simples oportunismo de "governos que só querem apoiar os ricos e prejudicar os pobres", está a iludir-nos: a situação é muito mais grave do que isso. E estamos a ser iludidos por muita gente: por governantes que não querem lançar o pânico, e por oposições que pretendem aproveitar a conjuntura para reforçar os seus créditos nas próximas eleições.

 
Às 8/3/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Ao comentador que fala nos Partidos: está enganado, e eu explico-lhe porquê.

1º - Não fui eu que iniciei este debate, nem é hábito do blog levantar tais problemas; foi algo despoletado por quem cá veio comentar;

2º - Nunca falei em partidos: quando escrevi que «Uma das grandes tragédias deste processo [Mata de Sesimbra] é que a oposição ao mesmo tenha sido tão incompetente e tão demagógica» estava a pensar exclusivamente nos debates públicos sobre o projecto, nas intervenções que lá foram feitas (onde não ouvi ninguém falar em nome de nenhum partido) e nos artigos que foram escritos na imprensa em oposição ao plano da Mata (zona Sul);

3º - Também escrevi o seguinte: «No caso da Mata de Sesimbra e do período de debate público — é apenas disso que estou agora aqui a falar»

4º - Portanto, nunca falei em Partidos e tive o cuidado de identificar bem a que oposição me referia; agradeço, portanto, que não me atribua coisas que não escrevi.

Aproveito também para esclarecer um comentador que pretendia que eu me pronunciasse sobre pessoas identificadas (por ele) pelos respectivos nomes, que eu aqui privilegio o debate de ideias e não de pessoas. Eu sei que é mais dificil debater ideias, e mais fácil falar de pessoas, mas eu resistirei a essa "facilidade".

 
Às 8/3/09 , Anonymous Anónimo disse...

Eu penso que os problemas que vão afectar as actuais gerações, não se verificaram, porque em anos anteriores não existia uma abertura de fronteiras e de mercados como há hoje e provávelmente cada país controlava mais fácilmente a sua economia e capacidade empregadora. E não sei se o João pode afirmar que ninguém previu a instabilidade financeira no sector industrial. Sabe muito bem, que um industrial, que negociasse determinadas situações de onde lhe adviessem benefício, ainda que previsse que o sistema fosse abalado, ele não o denunciaria e só pensaria no próprio lucro. Sabe-se que regra geral a máxima é "o último que feche a porta". Quanto a prever o futuro isso também é muito subjectivo. O futuro da nossa longevidade é difícil ou impossível prever, mas ao nível económico e baseado em estudos pode-se prever com maiores ou menores percentagens, daí a palavra "PREVISÕES", agora os resultados podem ou não ser tornados públicos. Quanto ao facto dos governos salvarem os bancos não tenho uma ideia formada, por falta de conhecimentos da especialidade. O problema que se me coloca, é que aqueles que cometem crimes inerentes a esses processos dos bancos, também costumam ser salvos, e essa imagem(real) de que os grandes sempre se safam e os pobres vão pressos, cada vez mais se insinua no país(e todos nos sentimos impotentes perante isso). E é óbvio também que muitas mentes mais frágeis ou menos esclarecidas, começam a pensar "se fulano rouba milhões e não é preso eu posso roubar uma ourivesaria também", estes exemplos concerteza também contribuem para o aumento da criminalidade.

O OUTRO

 

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