ll

domingo, março 30, 2008

fotografia alojada em www.flickr.com
[ blog©Sesimbra - clique para ampliar ]
A soprano Cláudia Pereira Pinto, cantando árias de óperas de Puccini na igreja de Santa Maria do Castelo, com acompanhamento ao piano por João Lucena e Vale.
Numa noite fresca de Primavera, o velho castelo desabitado revelou ser o local ideal para heroínas românticas, abandonadas no altar e morrendo sempre antes do final de cada ópera. Excelente recital.
Puccini songs by soprano Cláudia Pereira Pinto, piano by João Lucena e Vale, at the church of Holly Mary of the Castle. The ancient and deserted castle seems to be the ideal stage for the romantic and hopeless heroines of Giacomo Puccini.

fotografia alojada em www.flickr.com

5 Comentários:

Às 30/3/08 , Anonymous Anónimo disse...

Cantou e encantou. Viveu os dramas cantados, emocionando-se e transmitindo a dor que os envolvia.
Se a missão da música é transmitir emoções e fazer-nos pensar na vida, em tudo o que tem de bom e de mau, então isso, foi plenamente conseguido.
A heroína e o herói, viveram no castelo, assistiram aos dramas e cantaram e tocaram o seu sofrimento num sítio onde Deus também foi testemunha, na Capela.

 
Às 30/3/08 , Blogger Ineke disse...

Great shot and angle

 
Às 30/3/08 , Blogger Constança Lucas disse...

adorei ver os azulejos nas paredes

Constança

 
Às 30/3/08 , Anonymous Anónimo disse...

E o Outeiro Redondo?

 
Às 31/3/08 , Anonymous Anónimo disse...

Chorei, contigo, as tragédias que cantaste. Nem sempre elas são acompanhadas com música.
Silencioso o público, conhecedor de tantas como essas, barcos que não chegam à praia, viúvas que esperam os maridos.
Tanta vida calada dentro de nós, tanta morte cantada por todos vós.

Eu

 

Enviar um comentário

Subscrever Enviar comentários [Atom]

<< Página inicial

Aguarelas de Turner|  O amor pelas coisas belas |  Angola em Fotos  Aldrabas e fechaduras| Amigos da Dorna Meca| Amigos de Peniche| André Benjamim| Ao meu lado| Arrábida| (flora) Arrábida| (notícias) Arrastão| @tlanti§| Atlântico Azul| Atitude 180| Badamalos| Banda da SMS|  Barcos do Norte | B. dos Navios e do Mar| Blasfémias| Blue Moon I|  Boa Noite, Oh Mestre! | Canoa da Picada|  Carlos Sargedas |  Caminhos da Memória |  Catharsis |  Caxinas... de Lugar a freguesia  | Cetóbriga| Clube Leitura e Escrita| Coelho sem Toca| Cova Gala|  Crónicas de 1 jornalista | De Rerum Natura|  Desporto Saudável | Dias com Árvores| *** Dona Anita ***| Do Portugal Profundo| El mar és el camí| Espaço das Aguncheiras| Estórias de Alhos Vedros|  Estrada do Alicerce | Expresso da Linha|  Filosofia Extravagante | Finisterra| Flaming Nora| Grão de Areia| Gritos Mudos| Homes de Pedra en Barcos de Pau| Imagem e Palavra| Imagens com água| Imenso, para sempre, sem fim| O Insurgente| J. C. Nero| José Luis Espada Feio|  Jumento  Lagoa de Albufeira| Mar Adentro Ventosga| Magra Carta| Marítimo| Mil e uma coisas| Milhas Náuticas| Molino 42| My Littke Pink World| Nas Asas de um Anjo| Navegar é preciso|  Navios à Vista |  Nazaré | Neca| Nitinha| Noites 100 alcool| Nós-Sela| Nubosidade variabel| O Calhandro de Sesimbra|  Orçadela | Página dos Concursos| Pedras no Sapato|  Pedro Mendes | Pelo sonho é que vamos| Pescador| Pexito do Campo|  A Pipoca mais Doce | Ponto de encontro| Portugal dos Pequeninos|  Praia dos Moinhos |  Quartinete | Reflexus| Rui Cunha Photography| Rui Viana Racing| Rumo ao Brasil|  Ruy Ventura | Sandra Carvalho| Sesimbra arqueológica|  Sesimbra Jobs |  Sesimbra Jovem |  Sesimbra, três Freguesias, um Concelho| Se Zimbra|  Simplicidade | Singradura da relinga| Skim Brothers| Sonhar de pés presos à cama|  Tiago Ezequiel |  Tiago Pinhal |  Trans-ferir | Una mirada a la Ria de Vigo|          Varam'ess'aiola |  Ventinhos |


Canoa da Picada