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terça-feira, fevereiro 17, 2009

Sesimbra
Foto antiga da marginal de Sesimbra: ao fundo as ruínas da Fábrica Nacional de Conservas, destruída por um incêndio em Julho de 1902, ocorrido quando tentavam instalar maquinaria. Ironia do destino: as máquinas vieramOld photo of the Sesimbra seafront. There was no harbour then: the boats rested in the bay and in the beach. With bad weather, the boats were taken to the streets of the village.
para Sesimbra, e não para Setúbal, porque se pensava que a oposição dos operários soldadores seria mais importante na cidade sadina.
Por esta foto também se pode compreender como a ausência de porto limitava o tamanho dos barcos, porque com mau tinham de ser abrigados nas ruas da vila. Era preciso estar sempre alerta.
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7 Comentários:

Às 18/2/09 , Anonymous Anónimo disse...

Visto já termos uma fábrica de transformação de peixe em filetes, será que não estava na altura de se instalar uma fabrica de conservas com o certificado de Sesimbra.
Existe empresarios que inclusive têm projecto para uma unidade de congelação no nosso Porto, acontece que a APSS ainda não deu parecer favorável para o investimento avançar.

 
Às 18/2/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

A ideia de construir uma fábrica de conservas foi promovida há uns poucos anos em Setúbal pelo então presidente Carlos de Sousa. Na altura disse, e escrevi, que isso dificilmente aconteceria: o volume de investimento necessário para uma unidade moderna, a dependência de um produto cuja disponibilidade varia ao longo do ano (e dos anos) e a necessidade de uma logística de distribuição e de promoção publicitária que são muito caras, tornam este investimento muito arriscado. Esta minha posição, ainda que explicada civilizadamente (como aqui faço) arranjou-me alguns dissabores com esse senhor presidente. Vejo agora que a mesma ideia voltou à superfície, proposta pela candidatura da Adrepes (Grupo de «Além Tejo») aos fundos comunitários para a pesca. Aguardo para ver.
Seja como for, e admitindo que algum particular decida investir, uma fábrica de conservas moderna, com todo o espaço fabril e de logística que necessita, dificilmente caberia no Porto de Abrigo, cujo espaço já se revela insuficiente para a pesca e recreio náutico.

 
Às 19/2/09 , Blogger mendogas disse...

Será que as escavações que estão a fazer na Venda-nova em frente á BP
são para uma fabrica de conservas?
Não me parece cheira-me a mais uma grande superficie!!
Já não basta esta crise!
Coitados dos nossos pequenos comerciantes!!!

 
Às 19/2/09 , Anonymous Anónimo disse...

Caro mendogas é para o MODELO

 
Às 19/2/09 , Blogger mendogas disse...

Para o Modelo?
Então o coitado do ti Belmiro diz que a Sonae empresa teve um prejuiso de 108 milhões de euros no ano passado!
Até estou com pena dele coitado!!!

 
Às 19/2/09 , Blogger mendogas disse...

Este comentário foi removido pelo autor.

 
Às 20/2/09 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Corrijo uma informação: a candidatura do Grupo de «Além Tejo» aos fundos comunitários não inclui qualquer proposta para uma fábrica de conservas, ao contrário do que se poderia deduzir da notícia so jornal Sem Mais (na edição de 14 de Fevereiro). São declarações da Sesibal, que é um dos membros dessa candidatura, mas não têm qualquer fundamento: nem as verbas em causa dariam para semelhante investimento

 

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