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terça-feira, julho 01, 2008

fotografia alojada em www.flickr.com
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Francisco Sanches, Manuel Marques, Pintassilgo, Ernesto Covas.
Foto da família de João Evangelista Aldeia:
An old photo of people from Sesimbra.

5 Comentários:

Às 1/7/08 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Uma curiosidade desta foto: o fundo tem todo o aspecto de ser um cenário, provavelmente do estúdio de um "retratista".

 
Às 1/7/08 , Anonymous Anónimo disse...

O Manuel Marques era mais conhecido por "Manel do Emídio", porque era filho do Emídio que tinha o talho onde hoje é a loja do Zé João.

JPA

 
Às 2/7/08 , Anonymous Anónimo disse...

Que interessante!!!

 
Às 2/7/08 , Blogger Amiga Atlántica disse...

Detesto la palabra "prohibido", nunca gustei dela.
Apertas

 
Às 2/7/08 , Blogger J.A.Aldeia disse...

Amiga Atlántica: o grande Padre António Vieira escreveu:

«Terrível palavra é um Non. Não tem direito nem avesso: por qualquer lado que o tomeis, sempre soa e diz o mesmo. Lede-o do princípio para o fim, ou do fim para o princípio, sempre é Non. Quando a vara de Moisés se converteu naquela serpente tão feroz, que fugia dela porque o não mordesse; disse-lhe Deus que a tomasse ao revés, e logo perdeu a figura, a ferocidade e a peçonha. O Non não é assim: por qualquer parte que o tomeis sempre é serpente, sempre morde, sempre fere, sempre leva o veneno consigo. Mata a esperança, que é o último remédio que deixou a natureza a todos os males. Não há correctivo que o modere, nem arte que o abrande, nem lisonja que o adoce. Por mais que confeiteis um não sempre amarga; por mais que enfeiteis sempre é feio; por mais que o doureis sempre é de ferro. […] Porque dizer um não a quem pede, é dar-lhe uma bofetada com a língua. Tão dura, tão áspera, tão injuriosa palavra é um não. Para a necessidade dura, para a honra afrontosa, e para o merecimento insofrível.

«E se um Não é tão duro para quem o ouve, creio eu que não é menor a sua dureza para quem o diz; e tanto mais quanto mais generoso for o coração, e mais soberano o ânimo que o houver de pronunciar […]»

Padre António Vieira
Sermão da Terceira quarta-feira da Quaresma, 1670

 

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